Argumentar
Sustentar uma posição com razão e evidência, e reconhecer quando o argumento do outro é melhor.
A etapa da lógica do Trivium. O aluno começa a discordar, e isso é bom sinal: aqui ele aprende a argumentar com honestidade e a sustentar o que diz.
Por volta dos onze anos a criança para de aceitar e começa a testar. Onde a escola comum vê indisciplina, o modelo clássico vê o sinal de que chegou a hora de ensinar a pensar com método.
O aluno passa a ligar causa e consequência, reconhecer uma falácia, distinguir fato de opinião e defender uma posição com evidência. Tudo o que ele memorizou no Fundamental I vira matéria-prima de discussão, e não peso morto na memória.
Sustentar uma posição com razão e evidência, e reconhecer quando o argumento do outro é melhor.
Entender o que o texto diz, o que ele supõe e o que ele esconde. Vale para livro, notícia e rede social.
Tese, desenvolvimento e conclusão. Texto que se defende sozinho, sem depender de quem escreveu.
Apresentação e defesa oral diante da turma, que é o ensaio da etapa seguinte, a retórica.
A discussão de texto tem hora marcada na semana, e o estudo dirigido existe para o aluno aprender a organizar o próprio trabalho antes de precisar disso sozinho. O horário acompanha o do Fundamental I: entrada às 7h15 e aula das 7h30 às 12h30.
Gramática aplicada, análise de texto e redação com estrutura: tese, argumento e conclusão, em vez de opinião solta.
A matéria que dá nome à etapa. Tipos de argumento, falácias mais comuns e como sustentar uma posição sem gritar.
Álgebra e geometria com demonstração. A partir daqui não basta o resultado certo: é preciso mostrar o caminho.
Tradução de textos, sintaxe e vocabulário. O aluno passa de palavras soltas para ler trechos de verdade.
Causa e consequência, fontes primárias e a pergunta que move a etapa: por que aconteceu assim, e não de outro jeito.
Método, hipótese e experimento, com registro escrito. Ciência como forma de conhecer uma criação ordenada.
Leitura das Escrituras com atenção ao texto, doutrina e as perguntas próprias da idade, feitas sem medo.
Canto coral, repertório e história da arte. Formar gosto é parte do currículo, não passatempo.
Robótica, programação, cidadania digital e impressão 3D pela We Make, com discussão sobre o uso responsável da tecnologia.
Uma vez por semana a turma senta em volta da mesa com o texto lido em casa. O professor não expõe: pergunta. Cada aluno precisa defender sua leitura apontando o trecho que a sustenta.
É a aula mais difícil de fingir que estudou, e a que mais forma. Ninguém sai dali sem perceber que discordar bem exige ter lido melhor.
A etapa entra em funcionamento em 2027 e as matrículas já estão abertas. A secretaria confirma a turma do seu filho e o calendário de formação de cada ano.
Pelo contrário. Questionar é o comportamento esperado nesta idade, e a escola ensina a fazer isso bem: com argumento, evidência e respeito por quem discorda.
A nota de cada bimestre soma três partes: trabalhos e atividades de sala, uma avaliação oral e a prova escrita. A avaliação oral é o que distingue esta etapa: o aluno defende a própria leitura diante da turma, apontando no texto o que sustenta o que disse. Não aplicamos prova às segundas, em respeito ao domingo como dia de culto e descanso.
Mais do que no Fundamental I, e a maior parte é leitura: o seminário só funciona com o texto lido em casa. Não enviamos lição às sextas, para que o fim de semana seja da família.
Sim, com um período de recuperação em leitura, escrita e, quando existe, Latim. A entrevista mapeia os pontos e a escola combina o apoio com a família.
Venha assistir a um seminário e converse com a coordenação sobre a transição do seu filho.